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Projeto MIDAS

O projeto MIDAS pretende analisar os impactos da exploração mineral do mar profundo e promover o desenvolvimento de ferramentas para a mitigação desses mesmo impactos. Este projeto é desenvolvido no âmbito do financiamento FP7 da União Europeia e conta com participação de investigadores do MARE.

 

1ª Conferência Portuguesa sobre Lixo Marinho

 

15 a 17 de setembro de 2016

Auditório da Fundação da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa

Cerimónia de colocação do chamado “Golden Spike” do Toarciano”

Realizou-se a 25 de julho na Ponta do Trovão (península de Peniche) a cerimónia de colocação do chamado "Prego dourado" (Golden spike) no estratótipo (GSSP, Global Stratigraphic Section and Point) do Toarciano (cerca de 183 Ma), definido neste local, desde dezembro de 2014, pela Comissão Internacional de Estratigrafia (ICS).

Projeto MARE recebe prémio internacional

O projeto “REABILITAÇÃO DOS HABITATS DE PEIXES DIÁDROMOS NA BACIA HIDROGRÁFICA DO MONDEGO” liderado pela Universidade de Évora com o apoio técnico-científico do MARE - Centro de Ciências do Mar e do Ambiente, foi recentemente galardoado com o prémio internacional Distinguished Project in Fisheries Engineering and Ecohydrology, atribuído em conjunto pela American Society of Civil Engineers (Environmental & Water Resource Institute), e pela American Fisheries Society (Bioengineering Section). A cerimónia teve lugar durante o congresso Fish Passage 2016, que decorreu entre os dias 20 e 22 de junho, na Universidade de Massachusetts.

Ribeira, ribeirinha… a ribeira é dos insetos

No dia 21 de Maio, o MARE e o Jardim de Infância da Sobreda foram descobrir a biodiversidade da ribeira da Sobreda.

Dia Mundial dos Peixes Migradores 2016 – Rio Mondego

Celebrou-se no dia 21 de maio o Dia Mundial dos Peixes Migradores 2016, um evento organizado pelo MARE/Universidade de Évora e pela Agência Portuguesa do Ambiente.

Esta iniciativa constituiu uma oportunidade para divulgar os projetos desenvolvidos no Rio Mondego envolvendo a Passagem Para Peixes de Coimbra (construída em 2011) e as Passagens naturalizadas implementadas em 2015, em cinco açudes localizados entre a Formoselha e Penacova, evidenciando como estas estruturas contribuem para a conservação dos peixes migradores do Rio Mondego.

 

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